Aprendendo…

Fiz um vídeo com pequenos momentos vividos ontem e hoje, quando Marcelo e Murilo aprenderam a engatinhar; Marcelo falou “alô” e Matheus disse “bola”. É difícil conseguir documentar esses momentos, então esse é bem o tipo de vídeo de mãe coruja! Que quiser corujar comigo, aperta play!

Hoje a Moniquinha sofreu um pequeno acidente doméstico e machucou a boca. Caiu com os braços para trás porque estava se equilibrando num brinquedinho com rodinhas (uma tartaruga com peças de encaixar). Pobrezinha… Chorou rios e sangrou bastante. Vejam na foto o machucado. Mas como podem perceber, depois se acalmou e quis olhar no espelho. O maninho Marcelo aproveitou pra se admirar também.

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Até mais!

Horário de verão

Desde ontem estou tentando adaptar os meninos ao horário de verão, mas eles não estão entendendo porque têm que fazer tudo mais cedo! Hehehehehe.

Ontem tentamos dar almoço mais cedo e trocar o horário do soninho porque tínhamos uma festa de aniversário para ir. Não deu muito certo. Aí decidimos deixar pra hoje. Os meninos (e a Mônica) acordaram na hora de sempre. Eles às 9h (que era 8h) e ela às 11h (que era 10h). Tentamos dar lanche mais cedo e fazê-los dormir mais cedo o soninho da manhã, mas também não deu certo. O almoço acabou saindo 13h30 (que era 12h30) e o mamá da tarde demos às 15h40, normalmente dávamos às 15h. A Mônica quis porque quis tomar mamadeira quando acordou às 11h, então claro que não almoçou. Isso que minha mãe preparou o prato favorito dela, arroz com feijão, às 13h30. Agora só quer saber de tomar suco e comer bolachinhas.

Murilinho depois do banho ontem enrolado no meu roupão. Carinha de quem não está preparado para dormir uma hora mais cedo:

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E o Marcelo está se mostrando mais ágil que os irmãos. Começou a engatinhar sábado! Os outros só se arrastam, por enquanto. O Marcelo é, também, o que mais firma as perninhas. Ainda não caminha, mas estou puxando bastante todos eles!

Bom, acho que vai demorar pelo menos uma semana até eles se adaptarem ao horário de verão. E vocês? Estão tendo muito trabalho para se adaptarem?

Até mais!

Mônica vai para a escola

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Era uma vez uma linda princesa chamada Mônica, que morava em um lar encantado, cheio de amor e paparicos. Um dia, para deixar seu reino mais alegre, sua mamãe e seu papai decidiram que ela merecia ganhar um irmãozinho, o que tornaria sua vida mais feliz. A família queria tanto um novo nenê que vieram três! Todos ruivinhos e um mais lindo que o outro. Mônica adorou a chegada deles e passou a ser mais feliz.

Sem que pudesse perceber, a vida da princesinha foi ficando complicada. Seu castelo ficou cheio e a atenção que recebia exclusivamente passou a ter que ser dividida entre quatro. Foi perdendo seu espaço único e passou a ser uma criança mais independente, por força da necessidade…

Minha filha Mônica é uma criança adorável. Ela é amável, carinhosa, tagarela, observadora, inteligente, brincalhona. Dentre todas as coisas malucas que vêm acontecendo em nossas vidas desde a descoberta da gravidez de trigêmeos, a que me preocupa constantemente é a nossa relação como pais com respeito a ela.

Tenho muito receio de deixar ela de lado ou não atender seus pedidos porque preciso cuidar dos meninos. Tento passar o máximo de tempo com ela quanto possível. Mas o que sinto e o que sempre vou sentir ao correr para atender um dos irmãos e deixá-la me esperando é culpa.

Pensando nisso tudo, resolvemos colocá-la na escola no ano que vem. Ela nunca foi pra escolinha de nenhum tipo. Antes de completar um ano, ficava com uma prima nossa em sua casa. Depois, sempre ficou com a babá e, desde o nascimento dos meninos, com meus pais. Desde a metade desse ano ela tem frequentado o ballet, tudo porque quero que ela conviva com outras crianças. Aqui no condomínio tem diversas crianças que ela brinca e chama de amigos, mas quero, enfim, ampliar seus horizontes.

Para colocá-la na escola pensamos em diversos prós e contras:

Prós:

* Brincar e conviver com professora e colegas da idade;

* Aprender além do que ensinamos em casa;

* Divertir-se e fazer coisas diferentes;

* Não ficar esquecida num canto quando os irmãos estiverem demandando mais atenção (por serem menores e correrem mais riscos de acidentes em casa, temos que estar sempre de olho).

Contras:

* Valor a ser pago de mensalidade, uniforme e material escolar (já tenho babá, ela poderia ficar comigo e com a babá em casa, sem gastos);

* Risco de ficar doente com frequência (ela é propensa a alergias respiratórias e de pele);

* Risco de passar doencinhas desagradáveis aos irmãos, em casa;

* Ter que levar e buscar, pegando a hora do trânsito intenso, alterando nossos horários de trabalho e renda.

Ponderando os prós e contras, optamos pela escola e, hoje a tarde, a matriculamos. Acho que ela será mais feliz e menos prisioneira da casa. Às vezes ela quer ver TV e reclama que não consegue ouvir porque os maninhos estão chorando muito alto. Muitas vezes me convida pra brincar em seu quarto e não posso.

Ela visitou quatro escolas com a gente há dois meses. Ela mesma nos disse que preferiu aquela que a gente também preferiu, então, tudo certo. Quando eu disse que ia ficar com muita saudade quando ela fosse pra escola, ela me respondeu: “mamãe, vamos combinar assim: eu vou pra escola mas eu já volto, tá bom?”

Por coincidência, durante a matrícula a Mônica fez amizade com a Carolina, filha de uma de nossas visitantes do blog. Foi muito legal conhecer quem nos acompanha! As duas se divertiram muito juntas e a Liliane, mãe da menina, me enviou essa foto:

Mônica e sua primeira amiga na escolaFoto: arquivo pessoal/Liliane Ferreira de Brito

Nos desejem sorte! Ela vai no ano que vem, as aulas só começam em fevereiro. Mas enquanto isso vou contando pra vocês o que acontece.

Até mais!

Consulta médica do 1º aninho

Hoje fizemos a visita de rotina à pediatra dos meninos. Depois daquela gripe antes do aniversário, imaginei que teriam perdido peso e queríamos também ver se eles estavam bem, já que tiveram mais um resfriado semana passada. Os três estão com um pouco de secreção no ouvido direito (sim, os 3 no mesmo ouvido) e temos que acompanhar para não se transformar em otite. Vão tomar uma medicação para tentar controlar e muita limpeza de nariz, já que estão com bastante muco amarelado.

Consulta 15-10 01Murilo adora posar para as fotos! Pesou 10,070kg e mediu 75,5cm.

Consulta 15-10 03Matheus pesou 10,150kg e mediu 75,5cm.

Consulta 15-10 06Marcelo pesou 9,765kg e mediu 74,5cm.

É a primeira vez que os gêmeos idênticos apresentam diferença maior de peso com relação ao Marcelo. Matheus e Marcelo apresentam cerca de meio quilo de diferença. Já havíamos percebido que ele estava mais leve, e isso se deu por causa da gripe. Todos mamavam menos e comiam menos nas refeições por causa do mal estar, porém, Matheus e Murilo voltaram a comer logo que melhoraram e o Marcelo continuava negando a alimentação. Ele perdeu 35 gramas em comparação a consulta de setembro, enquanto os outros ganharam 300g (Murilo) e 260g (Matheus).

A Mônica foi junto na consulta e acabei comentando com a doutora uma coisa que eu vinha notando nos últimos dias: ela fica pedindo pra gente repetir o que diz pra ela. Toda a hora. Tinha dúvida se era uma questão de distração (ou falta de vontade de falar com a gente) ou se podia ser excesso de cera no ouvido. Ela examinou e percebeu que o ouvidinho esquerdo está entupido, e ela deve estar sem conseguir ouvir bem. Então, começamos hoje também tratamento com Cerumin. Tadinha! Fiquei com vergonha se poderia ser desleixo nosso na limpeza do ouvido dela (mas não ia ficar enfiando cotonete profundamente no ouvido) ou me questiono se ela tem propensão a “fabricar” mais cera. Bom, deixa pra lá! Vamos tratar e é isso que importa.

Durante a consulta, quando a pediatra examinou bem a boca deles, notamos que o Matheus rasgou a gengiva e já tem os dois dentinhos frontais de cima nascendo! Aí examinamos o Marcelo e vimos que tem só um, o esquerdo. O Murilo nada. Aí, agora a noite, depois do banho, quando eu fui limpar a secreção do nariz do Murilo, vi que o dentinho direito da frente dele também rasgou a gengiva! E observei que o do lado está prestes a aparecer também! Achei muito curioso como os trigêmeos desenvolvem tudo juntos! Todos já tinham os dois dentes da frente de baixo, e haviam nascido na mesma semana, em agosto. Agora no mesmo dia a gente nota os de cima.

Consulta 15-10 08Nossos gatinhos foram à consulta vestidos de superherois. Manga curta, já que hoje foi muito quente. Marcelo é o The Flash, Matheus é o Capitão América e Murilo é o Superman. Obrigada, Suélen, Marcos e Tavinho pelo presente!

Consulta 15-10 09Pena que o The Flash tomou o suco de uva tão rápido que se sujou todo!

Até mais!

A mãe que trabalha

Li um artigo muito legal no Just Real Moms sobre os preconceitos que sofrem as mães que decidem não trabalhar fora e se dedicar totalmente aos filhos. Mais especificamente, o artigo lista o que não deve ser dito a uma mãe que tomou essa decisão.

A verdade é que as mães sofrem com preconceito em diversos assuntos e, inclusive, de outras mães. Seja na hora de amamentar em público, seja com relação ao trabalho, ou qualquer outro quesito que trate de crianças, a sociedade sabe ser cruel.

Antigamente (e nem tão antigamente assim), era comum as mulheres não trabalharem fora de casa e ficarem cuidando dos filhos e da casa. Com a evolução do pensamento de igualdade, as mulheres lutaram e conquistaram lugar no mercado de trabalho. Tanto que, hoje, uma mulher que decide não trabalhar é que é mal-vista.

Os argumentos, como cita o artigo, são diversos e variados, e as mulheres que tomam essa decisão acabam se sentindo acuadas inclusive por suas amigas que não quiseram tomar essa decisão. Mas, enfim, o que é melhor?

Eu tenho quatro filhos, mas nunca pensei em parar de trabalhar porque meu trabalho me faz muito bem e não me toma muito tempo. Sou professora de inglês e trabalho com aulas particulares. Minha sala de aula é em um imóvel alugado no condomínio onde moro. Consigo fazer meus horários conforme meus alunos solicitam e conforme eu consigo incluir na minha rotina com meus filhos.

Meu trabalho me traz alegria, me permite estar em contato com outras pessoas e outros assuntos que não os de casa. Me faz sair da “bolha” que vivemos com os filhos. Mas também me permite estar muitas horas do dia com eles, porque trabalho poucas horas por dia. Então, pra mim, vale a pena continuar trabalhando, financeira e emocionalmente. Se eu tivesse um trabalho que precisasse cumprir horário das 8h às 12h e das 13h30 às 18h, por exemplo, não sei se teria continuado com ele.

Não existe receita na hora de criar os filhos. Então, cada pessoa deve decidir o que é melhor pra si e conviver com essa decisão, mesmo que seja pra ouvir alguns comentários desagradáveis vindos, muitas vezes, de pessoas próximas e que amamos. Afinal, quando a gente decide parar de trabalhar, acham que não é correto. Mas se largarmos nossos filhos num turno integral de escolinha, também seremos criticadas. Vai entender…

Mais um resfriado

Fico até chateada de contar que os trigêmeos estão, mais uma vez, resfriados. Olhando meus posts nos últimos dois meses, percebi que venho falando sobre febre, virose, gripe, tosse, etc. desde o dia 17 de agosto. Claro que a pior crise foi a partir de 22 de setembro, mas ainda assim, estamos esgotados. Física e emocionalmente.

Matheus e Marcelo começaram com o nariz escorrendo e febre fraca de 37,8ºC na quarta-feira. Murilo amanheceu hoje com os mesmos problemas. Haviam melhorado uns 2 ou 3 dias antes do aniversário, e menos de uma semana depois estão ruinzinhos de novo. Meu pai, coitado, está há 20 dias gripado, com sinusite e muita tosse. Minha mãe também não está 100%. Teve sinusite e está tomando antibiótico há quase 10 dias. Hoje eu também estou resfriada, nariz escorrendo e um leve mal estar. Mas mãe não pode ficar doente!

Mesmo doentes e sem dormir bem à noite e nos cochilos do dia, pelo menos eles estão se alimentando direitinho e estão contentes. Não estão prostrados como da outra vez.

11102014 05 Matheus

11102014 02 Marcelo

11102014 01Murilo

11102014 03 11102014 04Matheus e Marcelo mostrando pra vocês como estão prestes a engatinhar! O Murilo também, viu? Eles vão de costas para todos os lados! Engatinhar mesmo ainda não, mas estão se arrastando por aí! Coisinhas mais queridas! Eles fazem tudo juntos, quando um vai se desenvolvendo numa área (como sentar, tentar levantar e agora engatinhar), os outros vão logo atrás.

Até mais!