Em março de 2014, com 2 anos e meio, levei Mônica à pediatra porque estava com febre e tinha placa na garganta. No dia seguinte, foi isso que apareceu na pele dela e confirmou o diagnóstico precoce da médica: Coxsackie vírus ou síndrome mão-pé-boca.
Tratamento do Coxsackie vírus ou síndrome mão-pé-boca
O tratamento é esperar o ciclo do vírus passar. Uma semana ou dez dias de cuidados. Ela teve essas feridas, mais pus na garganta e aftas na boca. Teve febre dois dias antes de aparecerem essas bolinhas e dizem que a febre costuma voltar até o fim do ciclo. Ela ficou sem apetite e com bastante desconforto. Passei pomada nas aftas e dei antibiótico, porque a garganta estava completamente amarela, com placa, e cheia de petéquias, que são pintinhas vermelhas (ela teve no céu da boca e por dentro da bochecha). O tratamento é contra os sintomas, não tem o que fazer, só esperar o ciclo se completar. Além do antibiótico, dei antitérmico para febre. Não vou dar o tratamento exato aqui para evitar automedicação. E antibiótico precisa receita.
Os vírus do coxsackie são parte da família dos enterovirus (que inclui também ecoviroses, poliomelite e vírus do hepatite A) que vivem no sistema digestivo humano. Podem espalhar de pessoa para pessoa, geralmente por causa de mãos mal lavadas e nas superfícies contaminadas por fezes, onde podem viver por diversos dias. Em países tropicais, as infecções ocorrem durante todo o ano. Em climas mais amenos, os surtos do vírus do coxsackie são mais frequentes no verão e raramente ocorrem no inverno.
Aproximadamente metade das crianças com infecção do vírus do coxsackie não têm nenhum sintoma. Algumas crianças desenvolvem repentinamente febres altas (de 38,3ºC a 40ºC), dor de cabeça, enxaqueca, e dores musculares. Algumas desenvolvem também uma dor de garganta suave, desconforto abdominal, ou náuseas.
Até mais!
1 comentário