Me considero uma pessoa paciente, otimista. Talvez os mais próximos, que falam comigo todos os dias, possam discordar desse meu perfil, mas a verdade é que sempre tento ver o lado bom das coisas e acredito que se algo não tem remédio, é porque remediado está (como diz o velho ditado). Mas o assunto desse post é o dia em que mamãe chorou.
Certa época da minha vida, quando tinha somente uma filha, decidimos que era hora de dar à ela um irmãozinho. Parei com o anticoncepcional e no segundo mês de tentativas, me descobri grávida. Eram dois sacos gestacionais. Dez dias depois, descobrimos que dentro de um dos dois sacos havia dois embriões, ou seja, estávamos esperando três bebês.
Aí veio a preocupação com a transfusão feto-fetal, que nos atormentou por cerca de 3 meses durante a gestação. Descartada a possibilidade, iniciou-se meu período de repouso absoluto (um ócio cretino), coisa que só serve para encher a cabeça da gente de mais preocupações e tormentos. Próximo das 30 semanas, o medo que as crianças nascessem sem aviso, sem estarem maduras. Será que conseguiremos 3 vagas na UTI neonatal quando chegar a hora? Conseguindo chegar na 32ª semana, uma dor excruciante no rim direito, causada pela pressão do bebê número 3. Aguentando a dor, a 34ª semana chegou, e a hora também. Bebê número 1 fazia muita pressão e estava prestes à vir ao mundo. Um dia inteiro de nervosismo até conseguirmos 3 vagas no hospital que eu queria e que fica ao lado do meu prédio! Ufa!
Leia a nossa história e saiba como descobrimos a gestação.
Os primeiros 15 dias de UTI massacraram meu coração, mas chegamos em casa com tudo bem. Os primeiros dois meses massacraram meu corpo com o cansaço de noites mal dormidas e uma sensação estranha de que aquela não era minha vida. Milhões de preocupações passavam pela minha cabeça, iam desde o medo dos bebês se afogarem com o leite e eu não saber salvá-los até a neurótica ideia de que iam roubar o carro com todos os meus filhos dentro! Mas o tempo passou, tive ajuda de pessoas queridas e o que parecia impossível se tornou possível. Aprendi a viver com as dificuldades e a treinar-me para aceitar a ajuda das pessoas. Afinal, eu realmente precisava. Tudo foi amenizando. Aprendi a suportar as madrugadas, a escutar um choro sem surtar e a manter a calma nas situações difíceis, embora ainda existam momentos onde perco a paciência e preciso respirar fundo.
Quando mamãe chorou
No belo sábado que passou, ensolarado e feliz, contente arrumando meus filhos para a festa de aniversário de uma vizinha querida, abaixei-me para escolher três calças bonitas de “homemzinho” na gaveta de baixo da cômoda. Matheus estava de pé dentro de seu berço, brincando com as coisas que estavam em cima da bancada. Ele aprendeu a abrir as gavetas e tirar tudo pra fora. De repente, sem qualquer preparação, recebo uma imensa paulada na cabeça. Matheus havia aberto, com uma força que não imaginei que pudesse ter, a extensão de madeira do trocador. Ela bateu com toda a força no topo da minha cabeça. Vi estrelas de todas as cores.
Essa foto ilustra o extensor ao qual me refiro, que veio parar na minha cabeça:
Marcelo sentado na bancada após banho.
Assim, com tanto sentimento acumulado no meu peito, no momento em que levei a pancada, tentei me segurar, mas tonteei e chorei. Chorei copiosamente. Chorei tão forte que solucei. Deixei as lágrimas virem. Mamãe chorou. Fiz tanto barulho que o Matheus pensou que eu estava rindo e começou a gargalhar. Fiquei lá, sentada, com as mãos no rosto, chorando por cerca de 5 minutos. Cinco minutos. Cinco minutos é uma eternidade para uma mãe que tem que cuidar de quatro filhos. O papai estava tomando banho. E a mamãe? Mamãe estava chorando sentada no tapete do quarto dos trigêmeos.
Mamãe chorou. A pancada doeu demais. Muito mesmo. Olha que fiz duas cesáreas, hein! Só me lembro de dor maior quando tive o problema no rim durante a gestação. Mas nem foi tanto por isso que chorei. Chorei por causa de tudo. Chorei porque tenho quatro filhos pra cuidar. Chorei porque dá trabalho. Chorei porque nem posso reclamar que dá trabalho porque o que importa é que eles são saudáveis. Chorei porque quero uns dias de descanso. Chorei porque me sinto culpada por querer uns dias de descanso. Chorei porque tenho medo de não dar conta. Chorei porque deixei a torneira abrir-se. Chorei. Chorei. Chorei. Chorei um monte. Chorei pra caramba.
Depois de uns 10 minutos, me levantei e toquei a vida. Sou otimista, mas foi muito bom chorar. Colocar tudo pra fora. Até foi bom meu filho me dar uma pancada na cabeça. Assim eu pude chorar. A partir de agora, vou marcar um horário: todos os sábados, às 22h, vou me sentar, relaxar, e chorar.
Nós as vezes precisamos mesmo, porque na correria diaria não nos permitimos chorar, deixamos pra depois ! Mas tudo passa e depois do choro tudo melhora não é mesmo ? Só quem é mãe entenderá rs
Sim, o choro revigora, revitaliza, alivia! Um beijo!
Oi Michele um beijão de Portugal. Adoro o seu blog. Eu identifiquei-me tanto com o que escreve. Eu sou mãe de 4 meninas as duas mais velhas são gémeas e tem 14 anos, uma idade complicada ;-). Tenho uma de 8 e uma de 4. Tenho 34 anos e cá em portugal é muito dificil ver uma familia tão grande as vezes sinto-me uma verdadeira E.T., ás vezes também sinto a necessidade de chorar para lavar a alma como costumo dizer. Quando as meninas eram mais pequenas sentia-me mais insegura com o tempo tornei-mais confiante. E a rotina das crianças é essencial. Dou por mim a dar conselhos a outras mães que vem ter comigo, sobre maternidade , saude, educação. Acho que o fato de ter uma familia numerosa torna-nos mais resistentes, adptaveis e mais criativas. Ser mãe deve ser o trabalho mais dificil do mundo, mas eu adoro ser mãe, adoro as minhas filhas elas tornar-me numa pessoa melhor!
Muito obrigada pelo carinho e por nos acompanhar, Patricia! Aqui no Brasil também não é comum ter tantos filhos e eu também me sinto um ET! Temos a mesma idade! Bem, meu aniversário é semana que vem e completarei 34. Também concordo que a rotina é essencial! Um beijo!
Own Michele! chore msm, coloque pra fora esse sentimento de culpa ou outro sentimento que esteja te sufocando. Acredito que dê muito trabalho mesmo mas, entregue nas mãos de Deus que tudo continuará dando certo como está sendo até hoje. Te adimiro muito por cuidar dessas 4 crianças lindas e abençoadas. Fiquem com Deus.
Obrigada pela força, Dayse! Um beijo!
Vc é linda guerreira …um exemplo para mim que tenho 1 filho pequeno e as vezes a paciencia se esgota….que Deus te abençoe sempre querida…
Hehehehe. Acho que muita gente, quando se vê estressada com um bebê, acaba lembrando de mim, né? A gente se esforça mas, às vezes, o choro vem… Beijos!
Chorei contigo!!! Tenho um filho a menos que você, um de 8 e gemeos da idade dos teus… entendo perfeitamente o que você sentiu, é realmente muito estressante, todas essas questões também povoam meus pensamentos, meus pequenos nao dormem bem até hoje, tem dias que penso que nao vou aguentar…. mas junto as forças e continuo, acho que também estou precisando de uma pancada na cabeça!!!
Kkkkk… Chore, mas não precisa de pancada… Kkkk… Mãe que precisa de uma pancada na cabeça pra poder chorar. É que a torneira abriu. Demorou pra fechar.
Lindo Michele! Muito emocionante! E o mais importante foi se permitir chorar e colocar todos os sentimentos para fora! Beijocas
E tudo isso aconteceu 1 hora antes de chegarmos no aniver da Gigi, Valessa! Kkkkk. Obrigada pela força! Beijos!
Há Michele eu chorei lendo teu relato. Sim às vezes é muita coisa, mas se tu és guerreira! Vai dar tudo certo. Beijao
Obrigada, Luciane!!! Um beijo!
Michele…chorar é renovar nossas energias. Menina você é uma vencedora dá conta dos filhos, marido, casa e ainda dá aulas. Gosto do seu blog, pois você descreve o que realmente é. O que realmente acontece contigo e sua família e, não fica enfeitando. Parabéns!
Obrigada! Sou otimista, positiva, e relatar as coisas aqui no blog me faz um bem danado! Mas, às vezes, precisamos chorar e pronto. Beijos!
Te entendo 200%! Só a gente sabe o turbilhão de emoções dentro do nosso coração…
Ainda não levei uma pancada, acho que estou precisando… gostei da sua ideia, vou escolher dia e horário pra chorar, xingar e estravazar, porque sim, tem momentos que precisamos soltar um palavrão bem cabeludo pra desafogar. Longe das crianças, é claro! Beijo e força na peruca ruiva!
Obrigada pela força, Andrea!! Você me entende mesmo, sei que passas por situações muito parecidas! Um beijo!! E cuidado com as gavetas! kkkk
Eu estou precisando levar uma pancada para poder chorar. Tenho mania que tudo está bem mesmo que não está. Também estou precisando de um tempo para mim, mas está difícil. A última vez que chorei foi quando entrei em um hospital com minha mãe andando e saí deixando ela numa UTI. Isto faz mais de um ano um ano. Mas graças a Deus esta bem com alguns problemas de saúde mas depois de 45 dias de UTI ela saiu praticamente sem seqüela
Que bom que deu tudo certo. Às vezes precisamos nos dar ao luxo de chorar… Beijos!
Obrigada por nos acompanhar, Márcia! Fico feliz em receber apoio de quem lê o que escrevo! Um beijo grande!
Bem verdade Michele, as vezes precisamos parar e chorar, eu tbm tenho um só pequeno e as vezes parece que a gente vai surtar… adoro os seus posts!!!
Que bom que concorda, Juliana!! Obrigada por nos acompanhar! Beijo!
Senti dores por você. Chorar não diminui ninguém, é uma maneira de botar pra fora as coisas que estão na garganta e nos olhos tb. Quem não chorou muito já. Te amo.
Obrigada pelo apoio, tia! Tb te amo!
Oi Michele, como gostei de ler o seu relato e apesar de ter apenas una filha me identifiquei com a questão das culpas e também fico imaginando o dia que eu chorar e acho que vai fazer bem Pq eu seguro e engulo muito choro, sempre com a idéia de que ser forte é melhor. Sejamos mais otimistas como você. Bjs
Obrigada pela força, Aline!! Temos muitas coisas em comum, então. E o otimismo é essencial pra mim. Um beijo!
Michele, nao se culpe. Isso tudo se chama humanidade! Nao há nada de monstruoso nos seus sentimentos todos, por mais que te pareçam! Está tudo bem… cuide do galo.. tadinha.
Está doendo pra lavar e pentear o cabelo! Hehehhe. Obrigada pelo apoio!
Bom dia!! Como é difícil nos permitir fazer muitas coisas entre elas chorar, também me vi em seu relato, a primeira vez comigo chorei quando me deparei com uma aranha dentro do box( nunca tinha visto aqui em casa) chorei de susto mas continuei chorando por uns bons minutos também, isso foi quando as crianças eram bbs, alguns dias atrás chorei novamente na frente do trio não aguentei e quando vejo todos começaram a chorar também e me abraçaram desta vez tive que parar rápido era muita gente chorando kk k mas o abraço apertado deles me revigorou. Muita força e energia para nós mamães. Bjs
Você me entende mesmo!!! Essa da aranha teria sido igualzinho comigo! Odeio e morro e medo!!! Um beijo!!
Michele, sei bem o que é isso!!! Tenho uma filha de 16 anos e trigêmeos de 11 (2 meninos e 1 menina). Sei como foi e é difícil educar e ter que se dividir.
Minhas amigas sempre me perguntam como agüentei amamentar e passar pela fase mais cansativa? É sempre tenho a certeza que Deus me escolheu pra essa missão e eu vou dando conta, mesmo sem saber como! Rsrsrs
Grande abraço!
Que legal, Daniela! Parabéns! Até agora, qual fase vc achou mais difícil? Um beijo!
Sempre leio seu blog, mas nunca comentei em nada.. só que agora senti necessidade de comentar, assim como a necessidade de chorar!
Nossa Michele, me identifiquei muito o que disse.. tenho um filho de 1 ano e 4 meses, estou enfrentando um divórcio e as vezes surge essa necessidade de chorar que nos faz muito bem não é? e sinto as mesmas culpas que vc e as vezes choro com todos estes “porques” que vc disse!
Ah, e meu filho também caiu na risada quando me viu chorando kkkk
Seus filhos são lindos!
Beijos.
Ola Michele! Descobri recentemente que estou gravida de trigemeos e ainda estou em choque, mas o que mais me preocupou, acredite se quiser, foi com o meu filho de 1 ano e 10 meses, ja sei que tenho que ficar de repouso, mas eu fico pensando como meu filho vai entender isso? Por favor me explique como foi com a sua filha naopoder brincar, nao poder cuidar dela da mesma forma, ela entendeu? como vc se sentiu? e depois que eles nasceram.voce conseguiu arranjar um tempinho so pra ela. Tenho medo dele se sentir deixado de lado.
Sinceramente, Amanda, esse é um sentimento que vai te acompanhar sempre. Será somada a esta preocupação, o medo de não dar atenção igual aos trigêmeos. Eu sinto culpa e tenho pena por meus filhos serem trigêmeos e a gente não poder curti-los melhor individualmente. Não há receita para o sucesso. Espero que você consiga encontrar um bom equilíbrio nessas questões. Um beijo!
Michele, mesmo sem conhece-los pessoalmente tenho um carinho grande por sua família, e realmente tem dias que o q a gente precisa é chorar e achar um culpado, que normalmente os culpados somos nós mesmas, colocamos sempre a culpa em nós, mães. É tentando acertar que erramos, sem querer e para o bem. Mesmo passando pelo oq VC passa, estou aqui para dar forças, pq logo essa fase passa, e sentiremos saudades até dos machucados e pancadas Hehehe. Tbm choro bastante, ontem mesmo eu estava espirrando e fungando, e meu marido me perguntou se eu estava chorando, eu disse q não, e ele falou: ah vai saber né, as vezes tu chora do nada. Achei engraçado. Hehehe
Haahahhaha. A gente chora “do nada” quando transborda… Não é fácil, mas fazer o quê. Chorar alivia o peso da responsabilidade. Um beijo!
Comecei te acompanhar ontem na verdade! E me apaixonei pela sua história, pelo seus trigêmeos, pela sua florzinha e sua força principalmente! Sempre sonhei em ser mãe de gêmeos e Deus me abençoou com um menino chamado Derek, que hoje tem 2 anos e 8 meses, estou tentando engravidar do segundo, mas depois da experiência de criar um filho, não sei se daria conta de dois de uma vez, ou três como você! Parabéns pela família linda! Que Deus abençoe!!!
A gente tem mais força do que imagina, Grace. Mas realmente é difícil e bem puxado! Que bom que você nos encontrou! Continue nos acompanhando para ver se surge a vontade de dar um irmãozinho pro Derek! Um beijo!
Adoreii!
Oi Michele! Seus bebês são lindos. Parabéns! Essa semana acabei me encontrando com vcs no postinho do Madureira. Quando cheguei por la me deparei com dois.. logo mais apareceu mais um da sala de vacinas.. hehe. Levei um susto.. e fiquei pensando.. meu Deus.. não deve ser fácil.. nada fácil para essa mamãe se desdobrar em 4. Procurei no google e achei teu blog, por sinal ja não era novidade pois já tinha visto uma matéria sobre vcs no g1. Eles são lindos. Parabéns
Muito obrigada, Saritta! Pena não ter vindo falar conosco! Um beijo e obrigada pelo carinho.
Oi Michele, sou mãe dos trigemeos Gabriel, Giovana e Marina, de 2 anos. Adoro seus textos e depoimentos. muito obrigada por nos ajudar nesta luta diária.
Oi, Raquel! Seus trigêmeos tem quase a mesma idade dos meus! Que tal contar sua história por aqui? Me escreve para ostrigemeosdamichele@gmail.com e te digo como! Um beijo!
Chorei lendo, como ler e não imaginar o quanto você luta a cada dia! Ter filhos é realmente lindo, trigêmeos são apaixonantes ainda mais com a irmãzinha do lado, mas quanta dedicação precisa.
Imagino o quanto foi dificil pra minha mãe me criar, imagino também aguentar ouvir algumas coisas que falei na adolescência e quanta coisa ela guarda pra ela.
A gente só se dá conta depois que cresce, né! Ser mãe é isso… Aguentar firme no dia-a-dia e aproveitar uma pequena coisa para chorar. Hoje eu chorei vendo Toy Story…
Mto emocionante, eu sinto isso tb as vezes, um aperto, uma culpa, uma vontade de chorar, tb tento ser otimisma!! E olha que tenho um filho de 4 e um está chegando, imagina vc com 4 pequeninos!!!!
É, às vezes as pancadas vêm em boa hora… hehehehe! Bom parto! Beijos!
Ufa! Um alívio ler seu texto… Estou precisando de um dia desses de catarse. Desde que meus 3 meninos nasceram, há quase 4 meses, só consegui chorar quando eles estavam na UTI. Agora com a correria, vamos ficando calejadas, tendo que enfrentar o cansaço, a culpa, as cobranças, e não nos permitimos chorar. Estou precisando levar uma pancada, ou simplesmente assistir Toy Story, heheheh! Beijos!!
Uau, Toy Story funciona muito bem pra mim! Patricia, permita-se! Chore! Ah, e me dê seu email e venha contar sua história no blog! Escreve para mim no ostrigemeosdamichele@gmail.com e te digo como!
Michele, me identifique muito com seu texto, principalmente quando vc disse que tinha medo de imaginar alguém roubando o carro com os filhos dentro. Acho que todas as mães são bem parecidas. Eu tb sinto vontade de chorar, mas ainda não levei uma porrada na cabeça pra colocar pra fora. Acho que se isso acontecer, vou chorar litros diante de tantos medos, impaciências, angústias…
Mas graças a Deus tem o lado gostoso da vida que nos fortalece e nos ajuda a passar pelas dificuldades com esperança de tudo melhorar.
Beijos
Isso mesmo, a gente tem que levar a vida com uma atitude positiva, mas dar-se a oportunidade de chorar e colocar pra fora de vez em quando. Beijos!
Chorei ao ler. Muitas emoções acumuladas e pouco tempo para administra-las.
Isso mesmo! Às vezes deixamos a torneira abrir-se e a água vem com força total. Hehehe. Um beijo!
Oi Mi! Sou a Carol e não tenho filhos, mas desde que conheci o teu blog leio tudo que você posta e isso me inspira muito para o futuro quando eu tiver os meus. Lendo isso incrivelmente tive a leve impressão de sentir o que você sentiu, e eu imagino que cuidar de 4 não deve ser fácil, mas por essas e outras que fico muito inspirada nas tuas histórias!! Parabéns pelo lindo papel que você faz, o de mãe, mas nunca esqueça da pessoa que existe em você, ela também precisa de cuidados! Forte abraço!
Obrigada pelo carinho, querida! Espero que meus textos continuem te inspirando e transmitindo todos os lados da maternidade. O bom sempre prevalece. Um beijo!
Nossa me vi nesse post, também tenho Trigêmeos eles estão com 6 anos, e acabei de ter um bebê, que também não foi planejado, porém todos são muito amados. Ontem matei uma abelha no chão do banheiro e quando fui pega la ela mesmo morta me ferroou, meu marido tirou o ferrão enquanto eu chorava copiosamente, que dor aí aproveitei para descarregar todo o cansaço, medo é por aí vai. Foi ótimo tive meus minutos de descanso depois vesti novamente a coragem que demonstro por aí e segui.
Você agradeceu à abelha? Hehehehe. Brincadeirinhas a parte, às vezes precisamos de um momento assim de fragilidade para colocar tudo para fora e lavar a alma. Um beijo!
Ainda bem que tu chorou… eu já estava me sentindo anormal! Beijos!
Hehehehe… às vezes temos que deixar as lágrimas fluírem. Beijos!
Olá, eu também sou mae de 4 filhos 1 menino (9 anos), gêmeas (4 anos) e 1 menina (2 anos). Engraçado como as aflições são as mesmas..RS
Esse final de semana eu chorei, um choro que ha tempos não dava o ar da graça… ao final foi realmente um alívio. É tudo muito difícil, sem manual e no meu caso sem pessoas para ajudar a dar uma desafogada. Eu trabalho fora, faço plantões, no meu trabalho as pessoas não acreditam como eu dou conta ( na vdd nem eu sei bem..RS). Meu marido me da uma grande ajuda, mas a maior carga ainda é minha. Minha principal cobrança é tentar educa-los da melhor maneira, ser uma boa mãe etc…isso me aflige…
Gde bjo
É assim mesmo! E como é bom chorar de vez em quando, né? Força aí. Sinta meu abraço!
Michele, me identifiquei muito com seu texto. As vezes me sinto assim, uma sensação que está tudo diferente, sentimento de culpa por tanta coisa… Há quase um mês, minha vida está de cabeça pra baixo. Sou mamãe de gêmeos e já tenho uma princesa. Uma alegria imensa misturada com insegurança. E já chorei e ainda choro horrores! Parabéns pra vc com 4 lindas crianças!
Beijo
Obrigada, Stephannie! E saiba: #tamojunto! Beijos!!!
Nossa, amei o texto!!! A primeira parte, que resumão maravilhoso do que é ter filhos! Por aqui foram “só” gêmeos e sem filhos antes, mas mesmo assim, que cansaço! Afinal, 1 só já dá mega trabalho, imagina multiplicar! E a segunda parte, chorar!!! Ai que delícia, chorei daqui, não como você, mas me emocionando com os sentimentos em comum! Já conhecia o blog, mas intensa com quase tudo na vida, estou há 15 minutos (enquanto os meninos dormem, deveria estar tomando banho kkkk) só lendo os seus textos e amando cada um! ahahah Obrigada e beijos!
Adorei saber que você dedicou um pouco do seu tempo para apreciar o blog! Obrigada pelo carinho e pelo apoio!! Um super beijo e continue nos acompanhando!